Category: INSTITUCIONAL

ECOS URBANOS – EVENTO FINAL  DO PROJETO HABITUS – MALHA – 8 A 23 DE MAIO

Apresentação e programa

O Projeto Habitus com o Sótão do Vizinho – Associação apresentam MALHA, o evento de encerramento do projeto, que irá estar patente ao público de 8 a 23 de maio.

Construído a partir das diferentes oficinas desenvolvidas ao longo dos últimos 3 anos, o Projeto Habitus foi desenhado para uma intervenção comunitária na cidade de S. João da Madeira. Envolveu cerca de 150 participantes, contando com a Câmara Municipal de S. João da Madeira como entidade promotora e como entidades executoras a Associação de Jovens Ecos Urbanos, a Associação MenteMovimento e o Centro de Cultura e Desporto de S. João da Madeira.

MALHA, integra um coletivo de artistas multidisciplinar, que desenvolveu 7 “Estações Criativas” com os diferentes grupos participantes, criando um percurso pela cidade. Esta experiência artística está relacionada com a intervenção comunitária e tem um campo de ação visível na área do desenvolvimento interpessoal, que como numa malha se vai tecendo, envolve comunidades, parcerias e territórios que se foram interligando.

MALHA é rede, construção, conexão, fios que se tecem, mas também pode ser som, música que nos incentiva ao movimento, que nos convida à expressão própria. 

 

CRIAÇÃO COLECTIVA, POR ESTAÇÃO

Estação 1
Câmara Municipal
Autorretratos – Vídeo-instalação
Vanessa Fernandes & Ivo Reis.
Juliana Leça; Marlene Rodrigues; Tiago Andrade; Viviana Silva e Bruno Paiva – Oficina de Audiovisuais.

Ser-se jovem é ser-se o lugar das possibilidades, é o encontro com os seus universos pessoais, características que se afinam e desajustam, o lugar das problemáticas.

A oficina de audiovisuais, começou com o rebentar da pandemia e todas estas questões se evidenciaram. A proposta de trabalho de criação foi a de se fazer uma autorretrato.

Partimos de vários momentos de reflexão, vários exercícios de autoconhecimento, o que resultou em 5 projectos muito diferentes, muito honestos e criativos.

Os/as jovens artistas tiveram a oportunidade de explorar a criação de narrativa em vários formatos; stop motion, video clip, experimental e ficção.

 

Estação 2
Casa da Criatividade
À Janela – Vídeo-instalação
Helena Oliveira com a Oficina de Dança Criativa da Associação de Jovens Ecos Urbanos: Bianca Silva; Carina Pinho; Lara Pinho; Leonor Sousa Silva; Luana Pinho; Maria Inês Gomes; Rita Cássio Pinto e Vítor Pinho.
Música de Miguel Lestre e Patrícia Lestre com os jovens das Oficinas de Música da Associação de Jovens Ecos Urbanos: Bruna Ferreira, Bruno Paiva, Carolina Pinho; Maria Leite, Luana Simões; Samira Costa; Luana Gomes; Nádia Santos; Marlene Rodrigues; Joana Pinho; Leonardo Gomes; Gabriel Gomes; Juliana Leça e Tiago Andrade
Captação de imagem de Pedro Capela, Eva Aguiar e Carina Castro.
Edição Vídeo: Carina Castro & Eva Aguiar.

Produzido em contexto de pandemia, este vídeo prova que a música e a dança são sempre possíveis e que estes/as jovens podem romper o isolamento da criatividade ao abrir as janelas e portas das suas casas.

 

 

Estação 3
Rua da Liberdade
Projecto Rua da Liberdade
Direcção Artística de Paulo Pimenta.
Com Andreia Dias, Bruno Paiva, Joana Pinho, Juliana Leça, Marlene Rodrigues e Tiago Andrade – Grupo da Mediação Jovem da Associação Ecos Urbanos, orientado por Inês Bastos.
Pós-Produção de Mário Santos.

Cada jovem pensou num tema e partiu à descoberta do seu olhar. Passeios higiénicos com a companhia do artista e fotógrafo Paulo Pimenta resultaram num projecto sensível e inauguram um clube de fotografia que se pretende duradouro.

Pequenos gestos, graves consequências; O olhar de um cão que enche o coração; Os detalhes da beleza do nosso caminho; Através de uma lente, O carvão desta gente; Os trilhos de um rosto; Coisas incríveis acontecem por trás das cortinas, são os títulos da obra destes jovens artistas que aprenderam a viajar para dentro de si, com a sua cidade, de máquina fotográfica na mão.

 

 

Estação 4
Largo Padre Aguiar
O Pano – Instalação têxtil de Daniela Duarte com a MenteMovimento.
Ana Silva; Angelina Santos; Celeste Almeida; Cristina Pinto; Felisbela Silva; Kátia Correia; Rosana Silva; Ana Raquel Ferreira e Inês Pimentel.
Sonoplastia de Daniela Leite Castro.

É que a imagem de uns é o modelo de tantos!
– …não é o meu…
É que a fragilidade deles é o espelho de tantos!
– …também é a minha…
E dói…dói neles, dói em nós, dói em mim…Dói!
Dói!
Quando é tanto e já não suportas e apagas, quão negro é?
Quão negro é???
Pára!
Demora-te.
Respira-te!
Quantos azuis tem o teu céu?
É a tua vez agora, grita!
É a tua vez agora!
Grita!!!
É mais leve, não é?
Segue.
O pano é sempre da cor que tu quiseres.
(Daniela Duarte)

Recetáculo Floral – Azulejos (reprodução)
De Ana Brandão com Ana Silva; Angelina Santos; Carlos Sousa; Kátia Correia; Pedro Godinho e Rosana Silva

Recetáculo floral é o elemento da flor que suporta e onde se inserem as diferentes peças florais. Neste projeto o recetáculo são os azulejos que foram espaço de transformação e desenvolvimento, onde no final puderam crescer belas flores. O processo deste projeto iniciou-se com uma seleção de fotografias das flores favoritas dos/as participantes, passando por um processo de monotipia. As ilustrações resultantes desta atividade foram posteriormente decalcadas em azulejo e pintadas de modo livre pelos/as participantes.

Pudesse eu – Poemas Ilustrados (reprodução)
De Ana Brandão com Ana Silva; Angelina Santos; Carlos Sousa; Kátia Correia; Pedro Godinho e Rosana Silva
Pudesse eu, intitula um dos poemas apresentados neste projeto. É uma expressão que provavelmente foi surgindo muitas vezes no pensamento da sociedade em geral durante esta pandemia, que é um tema difícil de evitar neste momento. Desse modo, tornou-se também a base e o estímulo da criação de muitos destes poemas e ilustrações.

Este projeto foi também o resultado de um trabalho em conjunto entre a oficina de música, onde foram escritos os poemas e a oficina de ilustração, onde foi desenvolvida a parte de análise dos poemas e a criação de um paralelismo visual em relação aos mesmos.


Estação 5
Hospital de S. João da Madeira – Hall da entrada principal piso 0 – Centro Hospitalar De Entre Douro E Vouga, E.P.E.
Heróis da Saúde Mental – Ilustrações/Stop-Motion/Figuras.
De Ana Brandão com Ana Silva; Angelina Santos; Carlos Sousa; Kátia Correia; Pedro Godinho e Rosana Silva.
Vídeo realizado em parceria com Cineclube de Arouca.

Este projeto foi concebido inicialmente para comemorar o Dia Mundial da Saúde Mental (10 de outubro), onde surgiram os primeiros esboços e os primeiros heróis. A partir daí houve uma grande motivação em continuar a desenvolver este projeto, onde os heróis passaram de ilustrações em duas dimensões para figuras palpáveis. Foi criado um boneco para cada herói, com uma estrutura de arame que o permitisse mexer, envolta em plasticina.

Essas mesmas figuras transformaram-se também em personagens de um stop motion realizado dentro do espaço da associação, com o sistema de luz e cenários possíveis, que apesar de ter um resultado muito amador, tornou-se bastante rico, para a aprendizagem do que é um dos processos da ilustração e da animação, mas acima de tudo, por termos consigo dar “vida” a estes Heróis.

Recetáculo Floral – Azulejos
De Ana Brandão com Ana Silva; Angelina Santos; Carlos Sousa; Kátia Correia; Pedro Godinho e Rosana Silva

Recetáculo floral é o elemento da flor que suporta e onde se inserem as diferentes peças florais. Neste projeto o recetáculo são os azulejos que foram espaço de transformação e desenvolvimento, onde no final puderam crescer belas flores. O processo deste projeto iniciou-se com uma seleção de fotografias das flores favoritas dos(as) participantes, passando por um processo de monotipia. As ilustrações resultantes desta atividade foram posteriormente decalcadas em azulejo e pintadas de modo livre pelos(as) participantes.

Pudesse eu – Poemas Ilustrados
De Ana Brandão com Ana Silva; Angelina Santos; Carlos Sousa; Kátia Correia; Pedro Godinho e Rosana Silva

Pudesse eu, intitula um dos poemas apresentados neste projeto. É uma expressão que provavelmente foi surgindo muitas vezes no pensamento da sociedade em geral durante esta pandemia, que é um tema difícil de evitar neste momento. Desse modo, tornou-se também a base e o estímulo da criação de muitos destes poemas e ilustrações.

Este projeto foi também o resultado de um trabalho em conjunto entre a oficina de música, onde foram escritos os poemas e a oficina de ilustração onde foi desenvolvida a parte de análise dos poemas e a criação de um paralelismo visual em relação aos mesmos.

Estação 6 – Estação online
Rádio Regional Sanjoanense 

RÁDIO ONLINE AQUI  ou aqui: https://players.rcast.net/radio-regional-sanjoanense-67126 

Vem ao Habitus (música 1)
Letra: Angelina Santos, Daniela Leite Castro e Rosana Silva
Música: ideias de Angelina Santos e Leandro Reis
Composição e arranjo de Daniela Leite Castro
Vozes de  Ana Silva; Angelina Santos; Carlos Sousa; Cristina Pinto; Fábio Oliveira; Leandro Reis; Raquel Carvalho e Rosana Silva
Vamos vencer (música 2)
Letra e Música: Carlos Sousa
Guitarra: Carlos Sousa
Vozes: Angelina Santos e Carlos Sousa
Violino: Daniela Leite Castro
Inabalável rochedo (música 3)
Letra: Raquel Carvalho e Rosana Silva
Música: ideias de Raquel Carvalho e Rosana Silva
Composição e arranjo de Daniela Leite Castro
Vozes de Ana Silva; Angelina Santos; Carlos Sousa; Cristina Pinto; Fábio Oliveira; Leandro Reis; Raquel Carvalho e  Rosana Silva

A Música é parte integrante do Projeto Habitus. Na Associação MenteMovimento, uma vez por semana, os/as participantes cantam e tocam, exploram novos sons e canções, aprendem e aperfeiçoam-se, partilham gostos e emoções através da música. Tudo contribui para o seu bem-estar mental e social, e a música é sempre um aliado essencial e apaixonante.

Durante o último confinamento, as sessões mantiveram-se via online e por isso a Música nunca deixou de estar presente, cantada, tocada, partilhada. Face às dificuldades de cantar ao mesmo tempo via online e do contacto físico estar em tremenda falta, os/as participantes escreveram sobre as circunstâncias atuais, sobre as suas emoções e desejos, e sobre as coisas boas a que se deviam agarrar. A companhia e o apoio da MenteMovimento no âmbito do Projeto Habitus mostraram-se fundamentais, ainda mais nestes tempos. Em conjunto, foram então criados temas musicais originais a partir do que foi escrito, e é com muito gosto que os queremos partilhar com outros ouvidos.

 

Estação 7
Cooperativa 11 de Outubro
Reconstrução – Intervenção comunitária
De Diogo Bastos Pinho com Sara Vitália, Ruca Batista, Catarina Santos e Vítor Gomes
Pintura Mural de Fábio Araújo, com a participação dos/as moradores/as locais.

Num momento de profundas mudanças sociais provocadas por um factor altamente disruptivo, naquilo a que chamávamos ou chamamos de normalidade, como a presente pandemia, é urgente repensar e relembrar a importância das interacções sociais. Como seres humanos somos seres gregários, assim sendo, vivemos numa sofisticada e apertada rede de interdependências que, quando um fio dessa malha se rompe, vários outros à sua volta são puxados e também acabam por se romper.

Esta instalação pretende trazer à luz do dia, do pensamento e das ações a necessidade de começar a reconstruir o mundo à nossa volta. É durante os momentos mais críticos da nossa história passada, recente, presente ou futura que a arte é chamada a acrescentar pontos de vista.

O Teatro em Caixa vem, com 5 artistas com experiência em teatro de formas animadas, trazer-nos bonecos, propositadamente simples e inacabados.

À volta de cavaletes com bonecos, vão criar um cenário que remete à construção civil. Os/as facilitadores/as estarão vestidos/as com colete e capacete amarelo, criaram uma sinalética própria de uma obra inacabada e desafiam as pessoas a concluí-la.

[+] INFO:
ASSOCIAÇÃO DE JOVENS ECOS URBANOS | Maria João Leite | 969849736 + Inês Bastos | 911045548
ASSOCIAÇÃO MENTEMOVIMENTO | Ana Raquel Ferreira | 924436248
TEATRO EM CAIXA | Sara Vitália | 919200918

PROGRAMA PDF

CAMPANHA ECOS DIGITAIS E FUNDAÇÃO AGEAS ENTREGAM 3 COMPUTADORES PORTÁTEIS

A Associação de Jovens Ecos Urbanos lançou, em abril de 2020, a Campanha Ecos Digitais, em parceria com a Santa Casa da Misericórdia de S. João da Madeira,  cujo o principal objectivo foi o de angariar computadores para doar às crianças e jovens, económica e socialmente vulneráveis, em idade escolar até aos 18 anos, acompanhados/as quer pelo nosso Centro Comunitário e integradas nas diversas oficinas decorrentes da nossa actividade nomeadamente no âmbito do Projeto Habitus, quer pela Santa Casa da Misericórdia, nomeadamente ao nível do Centro Comunitário Porta Aberta, Trilho – Unidade de Apoio a Toxicodependentes e Seropositivos e Centro de Acolhimento Temporário.

No seguimento da nossa campanha e na sequência de uma parceria estabelecida com o Fundação AGEAS – Agir com Coração, no âmbito do seu Plano de Emergência Social de Apoio ao Estudo e Inclusão Digital, e com o apoio da Altice e Dell, foram entregues/doados, no passado dia 14 de abril, nas nossas instalações, 3 computadores portáteis novos e 3 hotspots, a 3 jovens estudantes, do 3.º ciclo e ensino secundário, com a presença de um voluntário da Fundação AGEAS. 

Estamos certos que este gesto fará a diferença na vida destes jovens, pois  garante o acesso à educação, minimiza situações de exclusão e promove a inclusão social.

ECOS URBANOS – APROVAÇÃO PROJETO LUGARES DE ENCONTRO – PROGRAMA CIDADÃOS ATIV@S – FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN 

O projeto Lugares de Encontro, foi um dos selecionados e a nossa associação vai integrar a lista das 15  instituições financiadas no âmbito do Eixo 3 – Empoderar Grupos Vulneráveis do Programa Cidadãos Ativ@s.

Com uma duração prevista de 28 meses, visa apoiar 70 famílias monoparentais do concelho de S. João da Madeira, em situação socioeconómica vulnerável e tem data prevista de arranque o próximo dia a 1 de junho.

Tem como principais atividades a criação de uma rede de apoio para as mães com desenvolvimento em diversas atividades que permitam dar-lhes confiança, auto-estima e centradas na cidadania ativa.

O projeto “Lugares de Encontro” terá como entidades parceiras:

Sobre as Entidades Financiadoras:

A Fundação Calouste Gulbenkian, em consórcio com a Fundação Bissaya Barreto, foi selecionada para gerir em Portugal o Active Citizens Fund, componente dos EEA Grants especificamente destinada a apoiar as Organizações Não Governamentais (ONG).

Foi assim criado o Programa Cidadãos Ativ@s, financiado pela Islândia, Liechtenstein e Noruega, com uma dotação de 11 milhões de euros, a ser implementado ao longo do período 2018-2024, e que se destina a apoiar a Sociedade Civil em Portugal.

BREVE DESCRIÇÃO DO PROJECTO

O projeto Lugares de Encontro será um espaço tempo de empoderamento de 50 famílias monoparentais, em particular, mulheres que pela vulnerabilidade socioeconómica em que se encontram e com filhos/as menores a seu exclusivo encargo, se sentem vulneráveis.

Através deste projeto será possível fortalecer o seu sistema imunitário social pela participação em oficinas semanais, com vista ao auto-conhecimento, ao auto-cuidado, à auto-estima, ao lazer e à criação de laços, que garanta um carácter continuo e potencialmente transformador.

Em simultâneo irão decorrer oficinas criativas para os/as seus/suas filhos/as, de forma a garantir o suporte familiar necessário e proporcionando-lhes uma exploração da sensibilidade artística de forma continua, num programa desenhado à medida.

O projeto pretende ainda servir de reflexão sobre a abordagem metodológica desenvolvida com base na estética do oprimido e na experimentação multidisciplinar artística e cultural continua como ferramentas de capacitação de grupos vulneráveis em geral.

ECOS URBANOS – APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS DO CONCURSO POESIA NA CORDA – 2021

A Associação de Jovens Ecos Urbanos criou a Poesia na Corda em 2004, desde aí que é organizada em parceria com a abraçada pela Biblioteca Municipal de S. João da Madeira, que no âmbito da Poesia à Mesa todos os anos nos apoia na organização deste concurso de Poesia e na premiação dos/as vencedores/as.

Teve sempre a forma de estendal poético, este ano passou para formato digital, mas não perdeu o fulgor e o objetivo de incentivar o gosto pela poesia:

  • 16º edição do concurso Poesia na Corda
  • 305 Poemas
  • 230 Participantes
  • 12 Premiados

O júri deste concurso composto pela Graça Oliveira, coordenadora da Biblioteca Municipal, pela professora e encenadora Cristina Marques e pela Maria João Leite em representação dos Ecos Urbanos, reuniu no passado dia 6 de abril e deliberou para cada categoria os/as seguintes vencedores/as:

POEMAS PEQUENINOS (até aos 12 anos)

  • Tema Ambiente:
    • Pedro Carvalho, 8 anos, EB1 Carquejido
  • Tema Amor (ex-aqueo):
    • Pedro Malainho, 9 anos, EB 1 Espadanal
    • Maria Filipa, 8 anos, EB 1 Parque
  • Tema Outros:
    • Margarida Almeida, 8 anos, EB 1 Ribeiros

JOVENS (dos 13 aos 24 anos)

  • Tema Ambiente:
    • Mariana Gestosa Fonseca, 13 anos
  • Tema Amor:
    • Rúben Xavier, 22 anos
  • Tema Comunidade:
    • Beatriz Santos Duarte, 24 anos
  • Tema Outros:
    • Inês Anacleto, 21 anos

ADULTOS (a partir dos 25 anos)

  • Tema Ambiente:
    • Maria Margarida Teixeira de Jesus Sousa, 61 anos
  • Tema Amor:
    • Maria Manuel, 44 anos
  • Tema Comunidade:
    • Maria Jorgete Teixeira, 71 anos
  • Tema Outros:
    • Maria Leonor Fernandes Afonso, 45 anos

Muitos parabéns!

Todos/as os/as vencedores/as serão contactados/as pela Biblioteca para entrega dos prémios e certificados, este ano, de forma individual.

Para além do agradecimento à nossa parceira Biblioteca Municipal de S. João da Madeira, em particular à Dra. Graça Oliveira e à Dra. Carla Relva, não podemos deixar de agradecer a amizade e rigor de sempre da Prof.ª Cristina Marques.

Viva a Poesia e muito obrigado a todos os/as participantes/as!

Pode aceder AQUI à lista de todos os prémios por categoria e tema. 

Aqui ficam as imagens de todas as pessoas premiadas.

ECOS URBANOS – CAMPANHA IRS 2021 – CONTRIBUA SEM QUALQUER CUSTO PARA SI

A nossa Campanha IRS 2021 para que possa consignar os 0,5% do seu IRS liquidado à nossa causa, sem que isso represente qualquer custo para si, entra numa nova fase.

Destacamos a possibilidade de prescindir a favor da nossa associação do benefício de 15% do IVA suportado no abate à coleta do seu IRS. A diferença é que consignação do IVA implica um custo si, que acaba por receber menos em caso de reembolso ou por pagar mais num cenário de imposto adicional.

Partilhe esta mensagem com a sua família, amigo(a)s, colegas, vizinho(a)s, conhecido(a)s…e nas suas redes sociais virtuais.

Neste momento é ainda mais importante contar com o apoio de todas as pessoas para assim garantirmos o máximo de consignação para investimos no apoio à nossa atividade social, nomeadamente com crianças, jovens, adultos e idosos.

Todas 280* famílias que acompanhámos em 2020 (formam mais 114* novas situações só em 2020!), num total de 596* pessoas, ao nível do Centro Comunitário, e que são apoiadas com géneros alimentares (21802* géneros), artigos de higiene pessoal e habitacional (263* artigos), medicação, tratamentos e exames (131* apoios), despesas de habitação (253* apoios) e transporte, entre outros (21* apoios), e que têm acesso à cultura, educação, ocupação de tempos livres e a diversas oficinas, também agradecem.

* dados 2020 (apresentados na Assembleia Geral realizada a 31 de Março de 2021)

É importante saber que de 01 de Abril a 30 de Junho é o prazo de entrega da declaração do IRS, ou confirmação da declaração automática, pelo que ainda vai a tempo de colocar o nosso número de contribuinte: 504713809

Em vez de o valor ficar todo nos cofres públicos, parte do seu IRS é encaminhado diretamente pelo Estado para essa instituição, por isso Contribua porque não represente mesmo nenhum custo para si.

Mais informações: 256824532 | 969849744 | geral@ecosurbanos.pt
Horário (apenas por telefone): 2ª a 6ª feira das 09h às 13h e das 13h 30m às 17h 30m.

ECOS URBANOS ASSINALAM O DIA MUNDIAL DAS ARTES – 15 DE ABRIL

No dia Mundial das Artes, 15 de abril, a Associação de Jovens Ecos Urbanos gostaria de se juntar a todos os que celebram a beleza e a necessidade de a procurar e, para isso, exploram o desconhecido e procuram-na em lugares diferentes. Às vezes vão mesmo a lugares que parecem distantes, como o lugar do Outro.

É através da Arte que, muitas vezes, se quebram distâncias e se encontra um mesmo lugar chamado Humanidade.

Pode-se chegar lá com o treino de um pensamento holístico, humanista, desperto e comunicante, mas é preciso sentir. Somos todos seres sensíveis e vulneráveis à floresta dos dias, e é muitas vezes na arte dos outros que sentimos a primeira centelha, a conexão com qualquer coisa maior que é a vida para além da soma dos dias com as noites. Música, imagem, texto ou gesto, criação, mas também contemplação através de todos os sentidos arriscará ter a força de agregar, transformar, amplificar…. E poderá ser daí que nasce a procura por aquilo que nos move, movimento sempre renovável que vai desde a atitude criativa na descoberta de soluções, à descoberta da nossa própria Arte.

E tudo isso é caminho, a criação de laços entre as várias sensibilidades de se ser humano, através da exercitação da capacidade de maravilhamento, através de todas as expressões possíveis: corporal, rítmica, poética, escrita, e o treinamento do olhar…

O trabalho que fazemos procura construir pontes com os outros, de todas as idades, os que poderão ter menos que a maioria, mas que, se procurarmos encurtar distâncias, encontramos muitas riquezas para partilhar.

Luz e sombra na impermanência, apenas fazemos parte duma construção que começa e acaba por dentro, mas que se expressa.  O legado dos nossos ancestrais, a cultura e o lugar da memória pode servir para dar força a esse lugar que é coletivo, o tal da Humanidade.

Em 2019, 15 de abril foi proclamado o dia Mundial da Arte por ser a data em que nasceu Leonardo da Vinci, no ano de 1452. Foi considerado génio inventor e um dos maiores pintores de sempre, dotado de múltiplos talentos é também símbolo da expressão da tolerância, fraternidade e multiculturalismo.

Fotografia: Paulo Pimenta

ECOS URBANOS VENCE OS BAIRROS SAUDAVEIS COM O PROJECTO TINTA DE LIMÃO 

A Associação candidatou-se ao Programa Bairros Saudáveis que é um programa público, de natureza participativa, para melhoria das condições de saúde, bem estar e qualidade de vida em territórios vulneráveis de pequenas intervenções, através do apoio a projetos apresentados por associações, coletividades, organizações não governamentais, movimentos cívicos e organizações de moradores, em articulação com as autarquias, as autoridades de saúde ou demais entidades públicas. Este programa visa sobretudo dar algum poder, no sentido de “poder fazer”, a comunidades residentes e pessoas ou organizações intervenientes em territórios vulneráveis.

Das 774 candidaturas apresentadas, a nível nacional, 750 foram admitidas e apenas 232 foram aprovadas, tendo o nosso Projeto Tinta de Limão ficado em 158.º com um total de 79,5 pontos, nos resultados preliminares. Decorre agora o prazo legal de audiência prévia, sendo que depois serão apresentados os resultados finais.

Assim e considerando o trabalho já realizado por nós ao longo dos últimos anos, e com maior incidência nos últimos 3 anos com o Projeto Habitus, a candidatura com o Tinta de Limão pretende acima de tudo potenciar o nossa intervenção com as comunidades residentes nos complexos de habitação social do concelho, através de uma intervenção artística e social pluridisciplinar que responde às diferentes necessidades e interesses dos diferentes públicos-alvo.

O projeto visa a dinamização de várias oficinas de expressão artística (para crianças e jovens dos 6 aos 18 anos), um grupo de Mediação Jovem/Autarquia de Bairro (dos 12 aos 18 anos) e o desenvolvimento da Oficina das Emoções (dos 6 aos 12 anos), destinadas às crianças e jovens das comunidades.

Será desenvolvido ainda um grupo de Mediação Parental, na forma de Teatro Fórum (para crianças, jovens, adultos (população em idade ativa), mulheres, famílias, migrantes e pessoas com deficiência), e para a população idosa e pessoas no desemprego, um Clube Agulha e Dedal.

Não limitando a ação aos/às participantes diretos e de forma a valorizar o trabalho que vai sendo realizado, pretende-se dinamizar um evento final comum, como forma de dar corpo ao que foi desenvolvido ao longo dos 8 meses de execução do projeto.

Para que seja possível concretizar este projeto, que terá no território do Complexo de Habitação Social de Fundo de Vila/ Orreiro o seu foco, e iniciar já no mês de Maio de 2021, contamos com uma rede de parcerias locais, fundamentais para o seu sucesso, nomeadamente: a Câmara Municipal de S. João da Madeira, a Habitar S. João, E.M. o Banco Local de Voluntariado de S. João da Madeira, o Clube de Tricô do Orreiro, o Agrupamento de Escolas Dr. Serafim Leite e a Junta de Freguesia de S. João da Madeira.

 

 

CENTRO COMUNITÁRIO ECOS URBANOS COMEMORA O DIA INTERNACIONAL DO LIVRO INFANTIL  – 02 DE ABRIL 2021

O Centro Comunitário Ecos Urbanos decidiu este ano comemorar o Dia Internacional do Livro Infantil, que se comemora, hoje 02 de Abril.

Esta iniciativa pretende essencialmente estimular o gosto pela leitura das crianças das famílias acompanhadas pela nossa instituição, como forma de desenvolvimento das suas competências sociais e pessoais.

Realizámos uma recolha de livros infantis e contámos com a participação de 15 doadores/as que nos entregaram um total de 480 livros.

As 79 crianças, dos 3 aos 12 anos, receberam em suas casas a visita da nossa equipa. Entregámos os livros de acordo com a faixa etária, e oferecemos um separador de livros com a frase, ” Ler é sonhar de olhos abertos”,  do autor Sérgio Cordeiro.

Deixamos um agradecimento muito especial a todas as pessoas que doaram os livros e que permitiram assim concretizar mais esta iniciativa.

Pode encontrar na nossa página do facebook algumas fotos desses momentos.

ECOS URBANOS ASSINALAM O MÊS DA PREVENÇÃO DOS MAUS TRATOS INFANTIS

Abril é o mês da PREVENÇÃO DOS MAUS TRATOS NA INFÂNCIA.🌍
Os Ecos Urbanos associam-se ao movimento, desafiando pais e mães, a cumprirem o calendário dos desafios positivos, partilhado diariamente nas nossas stories.
Desafiamos também a colocarem um laço azul numa janela, na varanda, na porta de casa, para chamar a atenção, suscitar questões, e, sobretudo para que nos lembremos SEMPRE, que as crianças devem ser SEMPRE o nosso NÚMERO 1!
Juntem-se às iniciativas, fotografem e partilhem com as #lacoazul #cidadeazul #desafiospositivos
Como nasceu a história do Laço Azul…
A Campanha do Laço Azul iniciou-se em 1989, na Virgínia, Estados Unidos. Nesse ano, Bonnie W. Finney divulgou a história trágica dos maus-tratos aos seus netos.
Para chamar a atenção e, sobretudo, suscitar questões, a avó atou à antena do seu carro uma fita azul, para não esquecer os corpos batidos e cheios de nódoas negras dos seus dois netos e para servir de alerta constante para a sua luta na proteção das crianças contra os maus-tratos.
A fita servia de mote para contar a história dramática e alertar para o problema dos maus-tratos na infância. Esse primeiro laço deu origem a um movimento que se tornou mundial.

Este mês também o nosso logotipo aparece a azul como forma, simbólica, de assinalar o Mês da Prevenção dos Maus Tratos Infantis

ECOS URBANOS – AVISO – 05 DE ABRIL

A Associação de Jovens Ecos Urbanos vem por este meio comunicar que dia 05 de Abril a instituição não se encontra aberta.
Pelo facto pedimos as nossas desculpas por qualquer incómodo causado.